O sol cresce na penumbra azul reflectida
desde o antigamente.
O presente avança de empurrão das lacunas do passado,
como as noites fossem vermelhas
estreladas com candeeiros reflectidos
nas brumas das sereias escondidas.
As noites não podem ser sempre tristes
e fendidas com os lobos
escondidos nas silvas dos muros
antigos colados entre si
por camadas finas de terra.
O elo entre a chuva doirada
as amoras preguiçosas
teimosas em aparecer
nas silvas epnduradas
como brincos de princesas
aliciando o princípio
nos mistérios
do amor.
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